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| Se divertindo com o céu nublado |
Você é daqueles que só se divertem quando o tempo está maravilhoso? Pois viver na natureza exige um pouco mais de jogo de cintura e aprender a gostar de um céu nublado é fundamental.
Um pouco de planejamento te tirará muito aborrecimento. Ou seja, planeje uma caminhada como se fosse fazê-la debaixo de chuva. E terás a certeza de terminá-la com o material seco e em perfeitas condições. Mais do que isso... Apenas este detalhe já lhe garantirá pouca chateação durante a caminhada, pois você, com certeza, não ficará preocupado com o que está acontecendo ali atrás, nas suas costas, dentro da sua mochila, faça sol ou caia uma torrencial chuva. Algumas dicas úteis para tornar a sua trilha ainda mais agradável, debaixo de qualquer tempo:
1. Sacos Impermeáveis (ou mesmo sacos plásticos) – acondicione tudo, rigorosamente tudo de sua mochila dentro de sacos plásticos sem furos nem rasgos ou dentro daqueles sacos estanques. Como os sacos estanques custam mais caros que os de plástico, você poderá utilizar as duas opções.
2. Capa para a mochila – algumas mochilas de nossa linha já vêm com capas de chuva embutida
3. Faça a mochila pensando na chuva – não basta apenas montar tudo organizadamente dentro de sacos plásticos e estanques... se você vai acampar e está levando uma mochila cargueira, lembre-se que, ao chegar no local de acampamento, você deverá montar a barraca em primeiro lugar.
4. Andar molhado e a regulagem da sua temperatura – Proteja-se antes mesmo de começar a sentir frio. Caminhe devagar e sempre quando estiver com o anorak, para não se esquentar mais do que devia... É muito desconfortável caminhar molhado por fora e por dentro, com um anorak que o deixa morto de calor! Por isso os zíperes situados debaixo do braço. Ao parar, coloque mais casacos por baixo do anorak, para não esfriar muito rapidamente, mesmo que não esteja sentindo frio, ainda.
5. Seja flexível – saiba a hora exata de mudar os planos. A montanha continuará lá e você pode voltar quando for a hora ou o tempo melhorar. Cuidado com tempestades elétricas, muito comuns no verão brasileiro. Em dias de caminhadas úmidas, faça o horário de acordo com a montanha e não você. Ou seja, pare para comer e beber quando o tempo der uma estiada e, lembre-se, você gastará mais calorias nestes dias que em dias de tempo bom, pois a água é excelente condutora de calor e levará toda a sua energia embora em pouco tempo... Você precisa se alimentar muito bem, com mais freqüência e melhor que em dias de céu azul.
6. Proteja a cabeça – use gorros impermeáveis e, em alguns casos, como trilhas bem abertas, até um guarda-chuva. Ele irá diminuir a incidência de água sobre você e seu equipamento, deixando-o bem mais seco ao final da jornada. É claro que isso não funciona em trilhas fechadas...
7. Pés secos em dias de chuva – use botas tratadas com impermeabilizantes e, por cima delas, polainas de náilon, que irá fazer com que boa parte da água escorra da sua perna diretamente para o chão ou para a parte impermeabilizada de suas botas – e não direto para o interior das mesmas!
8. Quando sai o sol novamente – apesar do calor que possa sentir, cuide-se para não se molhar com a vegetação, que permanece encharcada mesmo depois da chuva parar. É o mesmo que acontece quando começamos uma caminhada muito cedo e o orvalho ainda não secou. Em menos de uma hora, nossas calças estão completamente ensopadas...
9. Arejando o equipamento – se você está fazendo uma caminhada de vários dias e há muito não vê o sol, deixe tudo arejando tão logo ele saia... Seque suas roupas, coloque o saco de dormir em cima da barraca (cuidado com o vento apenas!), tire as meias, abra bem as botas. Verás, surpreso, o quanto tudo estava úmido..
10. Comida à mão – esta dica é válida não só para dias de chuvas, mas para qualquer dia. Deixe sempre os lanches à mão, assim como a água, para que você não tenha de tirar a mochila toda hora que queira beber um gole ou comer alguma coisa. Em dias de chuva, este tira-e-põe da mochila é ainda pior pois, ao tirarmos a mochila das costas, ela poderá molhar justamente onde está em contato com o nosso corpo, nos deixando ainda mais úmidos e, muito pior, frios.
11. Meias molhadas – se, mesmo com todo o cuidado, você terminou o dia com as meias molhadas, torça-as e procure estender dentro da barraca, para que o seu calor a seque um pouco durante a noite. Se o dia amanhecer bonito, vista as meias secas e limpas que estão dentro da mochila e, provavelmente, foram usadas durante a noite e deixe as molhadas penduradas do lado de fora da mochila, para irem secando durante o dia. Caso o dia amanheça chuvoso, vista as meias molhadas, reservando as secas para passar a noite pois, parado, sentirás muito mais frio do que em movimento. Vestir as meias molhadas será terrível nos primeiros minutos mas, logo, você se esquentará, deixando de ser tão desagradável. |
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Trekking/Trilhas
O que levar para sua aventura? |
Ao realizar atividades na natureza, temos que ter em mente que alguns objetos são essenciais ou que imprevistos podem ocorrer. Independente do tempo de duração da atividade ou do seu grau de dificuldade, esteja munido com alguns equipamentos de primeira necessidade.
Entre os milhares de equipamentos que temos a nossa disposição para a atividade de trekking/trilhas, pelo menos doze são essenciais. Eles cabem numa pequena mochila, não fazem muito peso e podem livrá-lo de situações difíceis. Confira o checklist que preparamos, e com ele em mente aproveite ao máximo sua aventura:
Canivete - Um canivete grande ou mesmo uma faca (guardada em sua bainha dentro da mochila) podem ajudar a abrir latas, descascar lenha úmida para um fogo de emergência e muitas outras pequenas tarefas.
Cantil - Água e calor são duas prioridades em caso de emergência. Manter-se aquecido e hidratado é tudo no que você precisa pensar. Portanto, não esqueça de ter consigo um cantil (de no mínimo 1 litro) e enchê-lo sempre que houver oportunidade. |
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Lanterna - Deve ser leve e compacta. Tenha sempre pilhas extras (de preferência alcalinas) e uma lâmpada sobressalente na mochila.
Bússola - A bússola transparente é a ideal. Colocada sobre o mapa da região e ajustada conforme pontos notáveis (montanhas, estradas) ela indica a direção a seguir. No caso de dúvidas ou mesmo desconhecimento de determinado local, com certeza será de grande ajuda.
Comida extra - Em situações de sobrevivência, o lanche do dia pode ter de ser esticado para um jantar e mais o café do dia seguinte, enquanto a trilha perdida é reencontrada ou se espera por socorro. Daí a importância de se carregar uma barra de cereais, um pacote fechado de frutas secas ou uma lata de atum, algo que não faça parte do lanche normal e ao qual ninguém se lembra de recorrer - a não ser numa emergência.
Isqueiro ou fósforo - Isqueiros descartáveis são os mais práticos. E para conseguir acender fogo em condições adversas é bom contar também com uns tocos de vela e até mesmo um frasquinho de álcool ou benzina.
Roupa extra - Uma muda de roupa seca, um agasalho e uma capa impermeável (ou ao menos um plástico grande para se cobrir e se refugiar da chuva e do vento, que roubam calor e podem levar à hipotermia) podem salvar sua vida.
Mapa - Os mapas topográficos, que mostram as curvas de nível do terreno, são ideais para orientação. Eles mostram as elevações e vales, além de fazendas, estradas e rios.
Botas ou Tênis - Amaciados e bem usados; nunca utilize um tênis novo que não esteja bem amaciado, isso pode fazer da sua caminhada o seu pior pesadelo.
Celular - Parece besteira, mas é muito útil nas horas difíceis. E principalmente nos dias de hoje. Muitos parques e trilhas possuem sinal de cobertura de celular.
Apito - Quando tudo o mais falhar e você tiver de parar e chamar por socorro, um apito é bem mais estridente que gritos, além de poupar a sua energia.
Mochila pequena - Para acondicionar todos o equipamento. Esteja sempre com as duas mãos livres em caso de escorregões, superar obstáculos ou outras necessidades. |
Além dessas orientações, uma outra que também é de suma importância: mantenha sempre a calma no caso de problemas ou acidentes.
Com essas sugestões, você poderá aproveitar com total segurança e tranqüilidade o seu passeio, e no caso de algum contratempo, você estará apto a superar as adversidades que podem sobrevir. |
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Aventuras com crianças ou bebês
É possível e aconselhável? |
É possível sim e aconselhável aproveitar todo o contato com a natureza com crianças pequenas, incluindo bebês! E mais: eles adoram a experiência.
Desde que seja bem planejada para que todos possam aproveitar ao máximo, uma aventura com crianças pequenas certamente é uma experiência gratificante e pode trazer mais benefícios do que se possa imaginar. Atualmente, as preocupações com a segurança e o bem-estar dos pequenos não são mais pretextos para não se viajar com os mesmos.
Hoje em dia temos a disposição inúmeros equipamentos e produtos destinados exclusivamente a dar todo o conforto que ele precisa, desde carinhos de bebês próprios para terrenos acidentados/irregulares até cadeirinhas do tipo mochila em que a criança é carregada nas costas. |
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Além dos acessórios, a experiência de aventureiros acostumados a viajar com os filhos, e claro, a opinião de especialistas, também ajuda bastante para que as viagens sejam sempre bem sucedidas. Mas o ponto principal que se deve ter em mente é: paciência, disposição e jogo de cintura são itens de suma importância para que tudo dê certo. Não esquecendo que o bom humor também é essencial e deve estar presente a todo momento da aventura.
Desde que idade as crianças podem participar das aventuras?
A partir de 3 meses você já pode levar seu filho, mas o mais recomendável é esperar até os 6 meses, quando a criança já consegue sentar. Seja na montanha ou praia, você deve levar em conta a duração da viagem, o acesso, as condições climáticas do lugar, hospedagem e a infra-estrutura. Ter bom senso e sempre respeitar os limites da criança é vital. Para quem viaja com bebês de até 1 ano, procure fazer passeios curtos, de no máximo 3 horas. Ou seja, saia da pousada, faça a sua atividade, volte, dê tempo para a criança descansar e depois saia novamente.
Como fazer para que a criança não estranhe a mudança de ambiente?
O ideal são as viagens de até 3 dias. O primeiro dia normalmente é o mais difícil, mas com paciência e carinho, a criança vai se adaptar. O mais importante é manter a rotina de seu filho. Respeite os horários dela comer e dormir. Manter alguns hábitos facilita a adaptação. Procure dar a mesma alimentação, levar brinquedos e alguns objetos pessoais, como travesseiro e/ou cobertor. O mesmo vale em relação a produtos como marcas de alimentos, calçados, roupas e fraldas. Evite experimentar produtos novos durante uma viagem.
Em que tipo de atividades as crianças podem acompanhar os adultos?
Geralmente em atividades leves. No entanto, o mais importante é conhecer bem os seus limites físicos e os da criança. Não queira fazer caminhadas longas, se você não está acostumado ou preparado. Comece com passeios leves, saia cedo, procure lugares com terrenos planos e que tenham sombras para se abrigar. É importante sentir-se seguro para passar a sensação de segurança para a criança.
Qual o melhor meio de transporte?
Procure viajar sempre com seu carro ou ter um à sua disposição. Assim você terá uma maior autonomia, poderá parar ou voltar quando desejar, sem depender de outras pessoas. Durante a viagem, o ar-condicionado não deve funcionar o tempo todo. Quando estiver ligado, deixe o vidro um pouco aberto para o ar circular. Se o seu carro não possui esse acessório, mantenha os vidros abertos pela metade. Tente viajar bem cedo pela manhã ou no final da tarde, quando o sol já estiver fraco. Vale ressaltar também que percursos longos exigem algumas paradas. As pausas devem durar pelo menos em torno de 20 minutos. Pare num posto de gasolina ou restaurante na estrada, estique as pernas, distraia seu filho e dê a ele alimento e líquidos.
O que fazer para que a criança não se canse durante as caminhadas?
Antes de qualquer coisa, um adulto deve evitar sair para uma trilha sozinho com a criança. É altamente não aconselhável. Tenha sempre em seu grupo duas ou mais pessoas. O recomendável é realizar caminhadas leves de 1 ou 2 horas e evitar o período em que o sol está mais forte. Até os 20 quilos (3 ou 4 anos de idade), você pode se utilizar da cadeirinha tipo mochila. Deixe a criança andar em alguns trechos planos ou descidas e faça muitas pausas para descansar. Nessas paradas, os lanches fazem a diversão dos pequenos. Improvisar um piquenique, forrar o chão com uma toalha para que a criança possa comer ou brincar, a deixa muito satisfeita. Melhor ainda se tiver uma cachoeira ou riacho por perto. |
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Com que idade a criança pode entrar em rios ou cachoeiras?
O contato com a água pode ser estimulado desde bebê, molhando, de leve, os pezinhos e o corpo dele. O importante é não forçá-lo a entrar na água, pois a experiência pode ser negativa. Acima dos 3 anos, eles já podem entrar nos rios ou piscinas naturais, mas sempre aos poucos. Os adultos ou pais devem ter atenção redobrada, estando sempre por perto e verificando a profundidade da água, se não tem correnteza muito forte ou se está limpa. Mesmo que a criança saiba nadar, ela vai brincar com muito mais segurança e liberdade se estiver usando bóias ou colete salva-vidas. |
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Como proteger a criança dos insetos e do calor?
Roupas leves, muito líquido e chapéu garantem o bem-estar da criança. Nunca se esqueça do protetor solar, de preferência os fabricados especialmente para as crianças. O repelente pode ser à base de Citronela ou outro recomendado pelo pediatra, mas não deve ser aplicado diretamente na pele da criança. Coloque-o na roupa e nos objetos. No quarto, pode-se usar aqueles modelos de tomada cujo refil em pastilha possa ser trocado todas as noites. Num piquenique, aquele velho espanta insetos em aspiral, modelo tipo “Esperança”, também pode ser usado, desde que fique longe do menor.
O que fazer para que a criança não sinta medo das atividades?
Uma boa dica é preparar a criança psicologicamente. Mostre fotos do lugar e conte o quanto o passeio poderá ser divertido. Num acampamento, por exemplo, uma alternativa muito boa para a criança se sentir acolhida é colocá-la para dormir na barraca entre os pais.
O que levar na mochila?
Dependendo do tamanho da criança, ela pode ter uma mochilinha própria com alguns itens básicos. Dessa forma ela se sentirá totalmente integrada à aventura. No entanto na bagagem dos pais é de suma importância que tenha os seguintes itens: chapéu, tênis, sandália, roupas de calor, de frio e de banho, toalha, casaco de nylon, lenços umedecidos, protetor solar, repelente, água, um lanche saudável e alguns brinquedos.
Qual o melhor roteiro: praia ou montanha?
Em qualquer uma das duas opções, o recomendável é sempre fugir das temperaturas extremas. A primavera e o outono são as duas estações melhores para a viagem.
Seguindo essas orientações, você aproveitará plenamente o passeio e incutirá na criança, desde a sua tenra idade e de uma forma saudável, o espírito de aventureiro. Escolha o local, prepare-se com antecedência e tenha uma boa viagem!!!! |
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Acampar:
Saiba aproveitar ao máximo |
É muito bom estar em pleno contato com a natureza e desfrutar toda a beleza que ela nos oferece. Mas para que sua aventura seja completa e transcorra na mais absoluta paz e tranqüilidade, alguns procedimentos e sugestões precisam ser observados.
Ao acampar, programe-se com antecedência para que contratempos não ocorram. A aventura tem como finalidade proporcionar um revigoramento físico e mental, e não gerar um desgaste maior, transformando seu passeio em um verdadeiro estresse.
Antes de sair para uma trilha ou atividades que demandem esforço físico, faça uma refeição acrescentando os principais grupos de alimentos: carboidratos (pães, cereais, massas, arroz, ou batata), proteínas (leite e derivados, peito de peru, ovos, e carnes), frutas e vegetais (in natura, em forma de sucos, saladas ou cozidos). |
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Como exemplo, um bom café da manhã antes da realização de uma trilha seria: sanduíche com queijo branco e peru, 1 iogurte com cereais, 1 suco de frutas e água.
Para que você possa aproveitar de uma forma plena cada segundo de sua viagem, algumas dicas serão de grande ajuda. Confira a seguir nossas dicas para que você desfrute ao máximo o seu acampamento:
Barraca
Equipamento principal para quem vai acampar. Para esse tipo de atividade, uma opção bem interessante é a do tipo "Iglu de 4", pois são fáceis de carregar, de montar e cabem em qualquer lugar. Evite aquelas que a capa ou sobre-teto não cubram a barraca até o chão. As melhores são as com costura selada e capa impermeabilizada, pois são uma garantia maior contra as chuvas.
Sugestão: uma boa barraca para 2 ou 3 pessoas é a "Super Esquilo 4" da Trilhas e Rumos, facilmente encontrada nas lojas de montanhismo e nos sites de compras.
Montagem da Barraca
Para que sua barraca fique firme, dois equipamentos serão necessários: os tirantes (pequenas cordas utilizadas para esticar a barraca) e os espeques (ganchos de metal cuja finalidade é fixar a barraca no gramado/areia e onde também são amarrados os tirantes).
Procure não estender os tirantes mais que meio metro pra fora da barraca, pois evita que alguém tropece e até a derrube. Dê preferência aos tirantes de cor clara, pois os escuros são pouco visíveis à noite, mesmo com luz.
Para fixar bem a barraca, encaixe os espeques no gramado/areia em diagonal, formando um ângulo de 90º em relação ao tirante. Não use os pés para empurra-los, pois isso acaba entortando os espeques. É fácil colocar com as mãos, mas se tiver dificuldade, utilize um martelo de borracha.
Observação Importante: nunca se esqueça de manter o mosquiteiro da barraca sempre fechado. Se for se ausentar do camping também não esqueça de fechar a porta da capa.
Lonas Plásticas
Não coloque lonas plásticas por baixo da barraca, pois em caso de chuva a lona pode reter água em baixo da barraca. Ponha as lonas por dentro e/ou por cima da barraca e deixe a drenagem do gramado funcionar.
Mas se mesmo assim você desejar colocar uma lona plástica por baixo da barraca, evite deixar sobras pra fora da área de cobertura da capa da barraca, pois isso diminui o risco de reter água.
Se precisar amarrar algum toldo ou lona, use as arvores e não os postes das luminárias do camping (se houver esse serviço), eles não foram projetados para suportar esse tipo de pressão.
Sacos de Dormir
Os sacos de dormir são sempre a melhor opção em relação aos lençóis e cobertores. São mais leves, fáceis de limpar, mantém melhor o calor do corpo e não retém umidade nos períodos de frio.
Sendo assim, evite também os sacos de dormir feitos de tecido e lona.
Colchões X Colchonetes
De preferência aos "colchões de ar" ao invés de colchonetes de espuma. Os colchões de ar mais modernos isolam a umidade do solo, são mais fáceis de transportar quando desinflados e muito mais confortáveis.
Uma boa opção são os colchões com inflador embutido ou pelo menos os infladores do tipo fole. Os sistemas de compressor elétrico, ligado ao acendedor de cigarros do carro são mais caros, barulhentos, descarregam a bateria e levam muito tempo para inflar o colchão, muitas vezes sem conseguirem inflá-lo totalmente.
Cuidado com colchões de ar mais antigos, feitos de lona, pois estes acabam retendo umidade tornando-se incômodos nos invernos mais rigorosos.
Sugestão: o colchão de ar Zênite 2 da Nautika é uma das melhores opções.
O Que Levar?
-> Roupas: leve só o necessário.
-> Não esqueça de levar protetor solar e repelente.
-> Acondicione as sobras de comida em embalagens plásticas do tipo "Tupperware".
-> Não leve bagagem além do necessário.
-> Caso o camping disponibilize eletricidade, leve um benjamim e/ou 2 extensões para bocal de lâmpada, ventilador e um repelente elétrico (tipo Protector) no caso de pintar mosquitos.
Programando-se com antecedência e observando essas sugestões aqui fornecidas, você aproveitará de uma forma plena a sua aventura e só guardará boas recordações de seu passeio. Agora é só escolher o destino, colocar a mochila nas costas e boa viagem!!!! |
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